Terça-feira, 18 de Junho de 2013

Segredo.18.21


Segredo.18.17



Sou casado há alguns anos e nunca traí a minha esposa, mas há sempre dentro de mim aquela ideia de…, aquela vontade de…., mas sempre me controlei, pois não me posso queixar do que tenho em casa. 
Até que há algumas semanas, em que tinha uma viagem de trabalho a uma capital europeia, começou novamente aquela vontade de experimentar algo diferente e comecei a pesquisar na net a ver o que é que havia por lá. Fiquei estupefato, não eram centenas, eram milhares de todos os tipos e feitios, independentes, por agência, etc
Quando a oferta é muita a escolha torna-se complicada, e com algumas pesquisas cheguei logo à conclusão que não convém contratar as independentes, pois em muitas a qualidade é duvidosa e na maioria das fotos, apagam a cara.
Depois de eliminar umas centenas sobraram as agências, algumas delas internacionais a em várias cidades.
Analisando as agências comecei a ver os serviços que ofereciam e mais uma vez fiquei parvo, pois ofereciam serviços que não imaginava que existiam em que tive que pesquisar na net para ver o que eram.
Mas como eu não sou exigente, comecei a ver pelas fotos a que mais me agradava, tinha que ter uma cara simpática e cheguei a uma, em que a foto dela estava em algumas independentes, mas com a cara tapada.
Na véspera da partida fiz uma marcação online, mas sempre com um pé atrás pois não sabia o que me esperava.
Durante a viagem foram trocadas 10 mensagens com a agência com todos os pormenores. Cheguei ao hotel às 23.30 e o encontro estava agendado para as 24h, faltavam 10 minutos para a hora marcada e pensei, se calhar não vai dar em nada, vou apanhar uma desilusão, vou à recepção  fumar um cigarro para descontrair.
Saio do quarto e após fechar a porta, no corredor, aproxima-se uma mulher, e que mulher, com o seu 1,75m, mais saltos altos, quase que tive de olhar para cima, muito bonita, curvas perfeitas, exatamente como as fotos e descrição no site, e entramos para quarto, já não fumei o cigarro.
Reparei que ela estava com um sorriso um bocado forçado e disse-lhe, em relação aos serviços prestados, não gosto disto..  e disto… etc  e ela continuou a enumerar serviços que prestava mas que pelos vistos também não gostava de os fazer, mas eram impostos pela agência.
A partir daí o sorriso passou a ser natural, ela soltou-se e foi um tempo que dificilmente vou esquecer. Ela começou a dar sinais de estar a ter prazer, e eu a pensar: "estás a fazer teatro". Mas depois verifiquei que não, era impossível esconder, estava a ter mais prazer que eu.
Ao fim de 1h50m estávamos os dois completamente estafados, e disse-lhe que podia ir embora, o contrato era 2 horas, qual o meu espanto quando ela diz que queria ficar ali a dormir.
Desta excelente aventura tiro uma grande conclusão, a mulher quando é tratada como uma mulher, e não como um objeto, trata o homem como um rei.
Já agora, a aventura ficou-me em 500€.

Segredo.18.15


Segredo.18.14


Segredo.18.10


Segunda-feira, 17 de Junho de 2013

Segredo.17.21


Segredo.17.17


Ando numa cadeira de rodas desde que nasci e vivo numa cidade que não tem condições suficientes para que possa "andar" na rua sozinha. 

Sempre tive imensa facilidade em fazer "amigos" até que me fui desiludindo com a maior parte daqueles de quem realmente gostava. Sinto que sou sempre eu a única a "precisar" deles/as por perto e nunca o contrário. Sou eu que maioritariamente os/as procuro e não o consigo fazer mais!
 
Na verdade, embora em certos períodos de tempo lide bem com a minha limitação física e saiba que isto "não é o fim do mundo", sinto que sou realmente diferente e que os outros me vêm de maneira diferente por mais que neguem - pois, os acontecimentos da minha vida tem-me demonstrado isso mesmo. 
 
Além disso, tenho 20 anos, nenhum namoro sério a registar e a noção de que nunca nenhum rapaz viu "além" da deficiência aquilo que realmente sou. Sei perfeitamente que só tenho 20 anos, que isto não acontece só comigo mas...não consigo deixar de pensar que no meio onde vivo será difícil encontrar alguém com mentalidade aberta para me conhecer além do que vê, além da cadeira e que precise da minha presença na sua vida para o/a completar realmente, seja a nível de amizade ou não.
 
Porque sim, conheço muita gente, dou-me bem com muitas dessas pessoas mas, amizade verdadeira ou relacionamentos sérios é algo completamente diferente. Ainda para mais tendo limitações físicas e de, apesar de vivermos no século XXI ainda existirem preconceitos escondidos.
 
Gostava de puder ser mais independente e reconhecida pelo que sou, não pela cadeira que transporto comigo.

Segredo.17.15


Segredo.17.14


Segredo.17.10




A cada dia que passa sinto-me mais triste. Vou reparando que o meu namorado dá mais atenção à amiga do que a mim. Antes falávamos todos os dias e agora se falarmos uma vez de três em três dias já vamos com sorte. Mas sei bem que ele fala com ela a "toda a hora".
Até passwords trocam e comigo nem isso fazíamos. A última vez que pedi para fazermos web recusou-se, enquanto que antes fazíamos todos as noites. 

Já tentei fazer com que ele percebe-se isso, já tentei dizer-lhe que dá mais importância a ela do que a mim. A cada noite antes de adormecer choro, porque acho que ele pode começar a gostar dela. Será que o meu pensamento é o correcto? 
Nem eu sei, nunca desabafei com os meus melhores amigos, apenas pedi conselhos a um amigo nosso e ele também tinha reparado que nós estávamos mais distantes. Sim sou ciumenta, mas gostava que ele também me dessa mais importância. Até antes de namorarmos reparava que me dava mais importância do que agora e já la vão 3 meses que namoramos.

Sábado, 15 de Junho de 2013

Segredo.15.17




Há quatro anos apaixonei-me por uma rapariga... Impulsiva que sou, disse-lhe o que sentia cedo demais e correu mal... Entretanto o tempo foi passando, encontrei-a algumas vezes, mas ela nunca me deu bola. 

Vi-a há um ano, ela foi para fora uns meses entretanto, e fui estando com outras pessoas, muitas vezes na esperança de a vir a encontrar por um acaso, porque não queria informar-me se já teria voltado ou não.

O tempo passou e cheguei a pensar que a tinha esquecido. Cheguei a dizê-lo com toda a certeza do mundo. Mas há duas semanas voltei a encontrá-la. Bateu tudo outra vez. Já não sei o que fazer... É como se estivesse sempre à espera de uma coisa que nunca vai acontecer.

Ela faz a vida dela, está-se nas tintas para mim e para o que sinto. É "céptica" em relação ao que sinto, sempre o foi. E eu vou tentando a custo fazer a minha... Mas tenho a certeza absoluta que é com ela que quero ficar. Casava-me na hora que ela o quisesse também.

Segredo.15.15